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Bullying mundial

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Existe algum acordo internacional nomeando a União Europeia como senhora do Mundo.

Por Gil Reis – Consultor em Agronegócio.

É muito cansativo verificar o que vem acontecendo no mundo e que poucos perceberam – os programas supremacistas da ONU. Para melhor explicar a afirmativa misturei um texto de minha autoria com os de outros autores. Partes deste artigo me chegaram às mãos através de textos esparsos cujos autores não consegui identificar, porém, que se coadunam o que penso e tenho escrito:

“Talvez alguns perguntem: porque programas supremacistas da ONU? A resposta é muito simples, é que alguns programas da ONU, que posa de senhora do mundo, pregam nas entrelinhas, muitas vezes também clara e desabridamente, a falsa supremacia da civilização europeia em alguns programas em termos de direitos humanos, aquecimento global, ciência e outros mais. A postura da ONU em apoio à supremacia da civilização europeia chega a ser um acinte que se configura em um grande bullying mundial, tentando desmerecer as demais civilizações.” 

Pasmem todos, o ‘parlamento europeu’ se atreve a ditar regras para os demais países. Existe algum acordo internacional nomeando a União Europeia e seu parlamento como xerifes do planeta? Pois é, a ONU através de cientistas oficiais desenvolveu teses climáticas para poder manipular o resto do mundo. Tais teses estão sendo contestadas por cientistas sérios que não comungam com o ideário elaborado pela organização mundial, o que é muito fácil de explicar. Algumas conclusões dos cientistas oficiais são tão disparatadas que me recordam uma historinha que recebi há algum tempo e resgatei no fundo do baú:

“Havia um homem que se sentava todo dia olhando para a estreita abertura vertical deixada por uma tábua retirada de uma cerca de madeira. Todo dia um asno selvagem do deserto passava do outro lado da cerca, cruzando na frente da abertura, primeiro o focinho, depois a cabeça, as patas dianteiras, o longo dorso castanho, as pernas traseiras e finalmente a cauda. Uma dia o homem pulou com a euforia da descoberta em seus olhos e gritou para todos que pudessem ouvi-lo: — É óbvio! O focinho é a causa da cauda”.

A aceitação popular das teses climáticas podem ser explicadas pelo ‘efeito Einstein’. O que seria este efeito? Um artigo escrito por Aurélio Araújo em colaboração com Tilt, de São Paulo no dia 14/02/2022, com o título “Efeito Einstein: acreditamos mais em besteira se for ‘dita’ por cientistas”, que transcrevo alguns trechos:

“As pessoas tendem a acreditar mais em frases aparentemente sem sentido se elas forem atribuídas a cientistas. É isso que concluiu um novo estudo publicado pela revista Nature, feito com 10 mil participantes em 24 países ao redor do mundo. Segundo os pesquisadores, essa conclusão pode estar ligada ao “efeito Einstein”, um fenômeno que mostra que fontes de informação consideradas confiáveis recebem mais crédito que outras pela posição social que elas ocupam.

Para realizar o estudo, os cientistas criaram frases sem pé nem cabeça utilizando uma espécie de “gerador de lero-lero” online: o site “New Age Bullshit Generator”, que as presenteou com frases como “a descontinuidade é a antítese da inspiração” e “a complexidade do presente parece demandar uma revelação das nossas esperanças, se queremos sobreviver”. Na prática, o site cria frases aparentemente profundas — mas que, quando analisadas de perto, nada querem dizer de verdade. Essas criações foram apresentadas aos participantes do estudo, sendo atribuídas ora a cientistas, ora a gurus espirituais. O resultado encontrado apontou na direção do ‘efeito Einstein’: as pessoas acham essas afirmações mais dignas de confiança se elas vêm de cientistas. 76% dos participantes classificaram as frases como confiáveis quando elas eram atribuídas a pesquisadores, contra 55% que as achavam críveis quando eram atribuídas a gurus.

Na versão final do estudo, os pesquisadores fizeram observações sobre a questão histórica do chamado “efeito Einstein”. “De uma perspectiva evolutiva, a deferência a autoridades confiáveis, como professores, médicos e cientistas, é uma estratégia adaptativa que permite o aprendizado cultural e a transmissão de conhecimento eficazes. De fato, se uma fonte é considerada uma expert confiável, as pessoas tendem a crer nela, mesmo sem entendê-las totalmente”, diz o estudo. Por um lado, é como se as pessoas confiassem aos cientistas o entendimento de assuntos que elas consideram muito complexos. Como eles são vistos como pessoas com inteligência acima da média, merecem o benefício da dúvida, mesmo que o que estejam dizendo seja algo sem sentido aparente.

Nesse sentido, alguns fatores individuais e culturais fazem a diferença: as pessoas tendem a confiar mais naqueles que estejam alinhados com sua própria ideologia política e sua visão de mundo. “Na ausência de meios para avaliar racionalmente uma afirmação e uma fonte confiável de informações, as pessoas provavelmente inferem credibilidade com base em crenças sobre o grupo ao qual a fonte pertence (por exemplo, ‘conservadores’, ‘cientistas’)”, escrevem os pesquisadores. “Nesse processo, similaridades entre a visão de mundo de uma pessoa e a visão de mundo de uma fonte podem servir como uma procuração para que aquela seja considerada uma fonte benevolente e confiável.”

Este artigo sobre o ‘efeito Einstein’ e suas consequências em termos de credibilidade junto as populações dos países me fez recordar outra historinha que recebi:

“Então a menininha disse à ‘fessora: “Meu irmão acha que é uma galinha”. A professora respondeu: “Oh, Deus do céu! O que é que vocês estão fazendo para ajudar o pobre menino?” A menininha respondeu: “Nada. Mamãe diz que a gente tá precisando de ovos.”

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