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Colaboracionismo

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O termo colaboracionismo foi cunhado durante a 2ª. Guerra

Por – Gil Reis Consultor em Agronegócio

Aqueles que leem os meus artigos, volta e meia, percebem que cito como colaboracionistas pessoas e empresas que se alinham às teses cientificas do ambientalismo, parido nos corredores da ONU e demais temas que interessam determinados países, no firme propósito de induzir o Governo Federal, Congresso Nacional e Judiciário a adotarem e seguirem a `nova seita’ promovida no mundo. Tudo que os colaboracionistas pregam e fazem proselitismo está na contramão da verdade do que ocorre no Brasil, um pais que possui, a meu ver, a legislação mais séria de proteção ao meio ambiente do planeta, o comportamento usual dos produtores rurais brasileiros e uma performance produtiva que assusta o mundo.

Naturalmente, nem todos que desejam e pregam que o Brasil deva seguir a cartilha ambientalista são colaboracionistas. Alguns simplesmente acreditam honestamente que as teses científicas pregadas difundidas pela organização internacional que os seres humanos são os causadores das mudanças climáticas são corretas. O proselitismo feito por todos os meios de divulgação, internacionais ou nacionais, consegue induzir muitos brasileiros honestos e de boa fé a acreditar nas pregações constantes. Já os colaboracionistas que fazem pregação contra o nosso agro, o Brasil e a própria humanidade o fazem por vários motivos e nenhum deles envolve a preservação do meio ambiente ou o desenvolvimento do Brasil, chegando a envolver a política partidária no seu desiderato de semear o pânico entre o nosso povo para manipulá-lo. Já que tenho me referido tanto a colaboracionismo vale a pena defini-lo:

“A expressão colaboracionismo deriva do francês collaborationniste, termo atribuído a aquele que tende a auxiliar ou cooperar com o inimigo. Entendida como forma de traição, refere-se à cooperação do governo e cidadãos de um país com as forças de ocupação inimiga. A atitude oposta ao colaboracionismo — a luta contra o invasor — é representada historicamente pelos movimentos de resistência.

Os colaboradores ou colaboracionistas muitas vezes agem visando proteção ou segurança mas também sob coação ou por medo. Em outros casos, visam obter lucros, enriquecimento e favores do inimigo. Frequentemente, porém, assimilam a ideologia e o comportamento do invasor.

O termo foi introduzido durante a República de Vichy (1940-1944) pelo próprio Marechal Pétain que, em discurso radiofônico pronunciado a 30 de outubro de 1940, exortou os franceses a colaborar com o invasor nazista. Posteriormente a palavra passou a designar a atitude de governos de países europeus que apoiaram a ocupação nazista, durante a Segunda Guerra Mundial”. Wikipédia

Creio que fica bem claro que, juntamente com dezenas de articulistas que defendem o agro, o Brasil e a humanidade, faço parte de um grande movimento que costumo a denominar de – a resistência. Nós procuramos divulgar as teses contrárias ás pregadas pela ONU com ajuda de alguns países. Aqui preciso fazer justiça às ONGs internacionais, elas não podem ser consideradas ou definidas como colaboracionistas, porquanto, são as representantes dos países adversários infiltradas em território brasileiro e divulgam para o mundo ‘fakes’ sobre o que ocorre no Brasil.

Nos cabe a missão de identificar quem são os ‘marechais’ Pétain entre os brasileiros colaboracionistas, ou seja, os líderes do colaboracionismo. Neste artigo destaquei a atividade do tal marechal e preciso dar ao leitor um conhecimento melhor sobre esse personagem, vamos às informações:

“Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain (Cauchy-à-la-Tour, 24 de abril de 1856 – Île d’Yeu, 23 de julho de 1951), geralmente apelidado de Marechal Pétain, e, em seu país de origem. O Leão de Verdun, foi um oficial general francês que alcançou a distinção de Marechal da França e posteriormente atuou como chefe de estado da França de Vichy, de 1940 a 1944. Pétain, que tinha 84 anos em 1940, tornou-se o mais velho chefe de estado da França. Hoje, ele é considerado por muitos como um colaborador nazista, o equivalente francês de seu contemporâneo Vidkun Quisling, na Noruega.

Durante a Segunda Guerra Mundial, com a queda iminente da França em junho de 1940, Pétain foi nomeado primeiro-ministro da França pelo presidente Lebrun, em Bordeaux, e o gabinete resolveu fazer a paz com a Alemanha. O governo inteiro posteriormente se moveu brevemente para Clermont-Ferrand, depois para a cidade termal de Vichy, no centro da França. Seu governo votou em transformar a desacreditada República Francesa no chamado Estado Francês, um regime autoritário alinhado com a Alemanha nazista.

Após a guerra, Pétain foi julgado e condenado por traição, e sujeito à degradação militar. Ele foi originalmente condenado à morte, mas por causa de sua liderança militar excepcional na Primeira Guerra Mundial, particularmente durante a Batalha de Verdun, foi reconhecido como um herói nacional da França e teve sua sentença comutada para prisão perpétua. Cumpriu sua pena na prisão de Île d’Yeu, uma ilha ao largo da costa do Atlântico. Acabou morrendo na prisão em Fort-de Pierre de Levée, em 1951. Foi enterrado num cemitério próximo à prisão”. Wikipédia

Alguns contestam a expressão ‘colaboracionista’ sob a alegação de que somente poderia ser utilizada se estivéssemos em guerra e não estamos. Ledo engano, estamos em guerra sim! Não uma guerra clássica, pelo menos não ainda, não uma guerra fria e sim em uma guerra ‘morna’’ representada pelo neocolonialismo com os olhos voltados para o Brasil, principalmente para a Amazônia com todas as suas riquezas e terras propicias para a expansão da produção agropecuária.

Poucos tem a percepção que os ‘colaboracionistas’ hoje estão travestidos de ‘ativistas’ financiados por alguns países. Atacam, sob a ‘capa’ de meninas e meninos bonzinhos, todos os setores produtivos do nosso país, principalmente a produção rural. O alvo dos ataques são todas as atividades que possam facilitar o desenvolvimento e tornar o Brasil independente do resto do mundo. Os ataques na agricultura são direcionados à produção de soja, milho, cana de açúcar e as demais atividades que se destacam e assustam o chamado mundo desenvolvido. Na pecuária os alvos vão desde a criação de gado, produção e consumo de carne, até a exportação de animais vivos. É preciso observar que os ativista não tem qualquer compromisso com a verdade, ‘fabricam provas’ quando se faz necessário. A finalidade é ‘quebrar a cadeia alimentar’ e retirar o nosso país do mercado internacional.

Creio que a maior dificuldade que o nosso país enfrenta hoje não é no exterior e sim internamente, porquanto, temos que enfrentar diariamente os colaboracionistas brasileiros e as ONGs internacionais. Toda a imagem do Brasil que circula lá fora e internamente foi construída pelas ONGs internacionais cumprindo as suas missões e, muito mais grave, por maus brasileiros, através de artigos, documentários (regiamente patrocinados) e estudos distorcendo a nossa realidade com o objetivo de contribuir e colaborar com organismos e países colonialistas. Mas, como era dito na série Arquivo X – ‘A verdade está lá fora’ e aos poucos está sendo revelada, porém é preciso muito cuidado – os colaboracionistas aprenderam a se disfarçar. São “lobos em pele de cordeiro” que continuam a vender o Brasil por trinta moedas e com apoio de organizações internacionais tentam, todo o tempo, pressionar as autoridades e o Congresso Nacional para a aprovação de leis contra a produção rural.

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