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Profecias cumpridas

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Os quatro cavaleiros do “Apocalipse” já estão entre nós

Por – Gil Reis Consultor em Agronegócio.

Há muito venho citando que o nosso ‘planetinha’ trilha os caminhos da ‘Via Láctea’ seguindo a estrela da vida – o Sol. Este fenômeno não é novo e vem ocorrendo há bilhões de anos, desde a criação do nosso planeta que sempre viveu as consequências deste fato. Sobre o que ocorreu no início existem apenas teorias. O que se sabe concretamente é que ao longo dos citados bilhões anos é que os continentes conhecidos não são os originais. Que o aquecimento e as mudanças climáticas tem sido uma constante e por favor não responsabilizem os seres humanos, a nossa existências em relação à do universo conhecido é bem recente.

O que espanta é a ignorância da ciência sobre o caminho da Via Láctea que trilhamos, o que ocorre no trajeto e suas consequências. O que existem são teorias sobre os terremotos, naturalmente é conhecida as suas causas é a movimentação das placas tectônicas, todavia, sobre as causas primárias são teorias diversas. Os tsunamis, novamente existem causas comprovadas, entretanto, as causas primárias das origens não são conhecidas. Os vulcões a explicação bem coerente é que tal fenômeno se dá pela pressão do ‘magma’ que extravasa em determinadas regiões, a pergunta é – o que provoca a pressão do magma?

O comportamento do nosso planeta, da nossa atmosfera, do magnetismo e outros eventos são um mistério, um enigma profundo que os cientistas do alto das suas sapiências são capazes apenas de teorizar, mas, leiamos a matéria publicada no Tilt ciência em 11/07/2022 para conhecer um pouco o comportamento do nosso planetinha nos milhões de anos mais recentes, que transcrevo trechos:

“O mundo não gira, ele capota”. A piada das redes sociais não é lá muito científica, mas estudos científicos recentes confirmam que o planeta, de fato, “dá uma tombada” de vez em quando. Uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Tóquio descobriu que, há 84 milhões de anos, a Terra fez uma inclinação de 12 graus. O mais curioso é que, 5 milhões de anos depois, ela retornou à posição anterior.

Pesquisas sobre instabilidades no eixo da Terra têm sido cada vez mais frequentes nos últimos anos, por um motivo bem “quente”, em todos os sentidos: as mudanças climáticas. Alterações na inclinação do planeta são fundamentais para compreender mudanças na temperatura global ou fenômenos localizados especialmente nos polos da Terra – que, a depender da inclinação, podem ficar anos sem receber luz do sol, alterando completamente a paisagem.

Além disso, é possível compreender se há alguma regularidade nessas inclinações, que também afetam as estações do ano, os solstícios e equinócios e até mesmo como o magnetismo da Terra. Muda tudo A própria fauna e flora também podem ser afetados. Em 2019, um estudo publicado na revista Geology registrou que foi uma inclinação de 25 graus no eixo de rotação da Terra (e não uma mudança climática aleatória) que alterou drasticamente a paisagem da bacia de Junggar, no norte da China, há cerca de 174 milhões de anos. Já a recente pesquisa do Instituto de Tecnologia de Tóquio foi liderada pelo Instituto de Ciências da Terra e da Vida, com a participação dos professores Joe Kirschvink (da Caltech) e Ross Mitchell (do Instituto de Geologia e Geofísica de Pequim)

Os cientistas examinaram fósseis de bactérias que continham magnetita, o composto mais magnético da Terra. Esses fósseis foram encontrados em rochas da cordilheira dos Apeninos, no centro da Itália, e datam do período cretáceo tardio ou cretáceo superior (100,5 a 65,5 milhões de anos atrás). Para entender melhor, é preciso saber como é o interior do nosso planeta. A Terra é uma bola estratificada, com um núcleo interno de metal sólido, um núcleo externo de metal líquido e um manto sólido, com a crosta na superfície (onde vivemos). Tudo isso está girando como um pião, completando uma volta a cada 24 horas. Como o núcleo externo da Terra é líquido, o manto sólido e a crosta podem deslizar sobre ele.

Quando os polos geográficos mudam significativamente, fazendo com que a camada externa da Terra se incline, isso é chamado de migração polar (ou TPW, na sigla em inglês). No que se refere ao campo magnético da Terra, nada muda realmente, mas as rochas em movimento registram dados paleomagnéticos de como a Terra se move. ‘Imagine olhar para a Terra do espaço’, explica o geólogo Joe Kirschvink ‘A verdadeira migração polar seria como se a Terra tombasse de lado, e o que realmente está acontecendo é que toda a concha rochosa do planeta – o manto sólido e a crosta – está girando em torno do líquido do núcleo externo’. Esse movimento da Terra é o equivalente a um ‘ioiô cósmico’, como dizem os pesquisadores. Isso significa que essas rochas – e a própria Itália – fizeram uma jornada em direção ao equador antes de serem inclinadas novamente.”

Repentinamente, não mais que de repente, surgem cientistas climáticos vinculados ao braço ambiental da ONU, bem financiados, para nos responsabilizar pelo aquecimento global e alterações climáticas, uma bandeira do “clube de Roma” utilizada pelos países ditos civilizados para concretizar o neo colonialismo ambiental. Felizmente o véu que protegia esses cientistas e suas ‘propostas intelectuais’ está sendo rasgado, sem dó ou piedade, por cientistas muito sérios sem quaisquer vinculações com organizações ambientais ou climáticas.

Algumas organizações religiosas aguardam a concretização do “apocalipse” (Revelações) citadas no Evangelho de João na Bíblia Cristã há 2.000 anos. As revelações são profecias que falam da chegada dos quatro cavaleiros do Apocalipse, cada um com um cavalo de cor diferente, que virão à terra concretizar a “Ira Divina” com o comportamento humano e implantarão o Apocalipse. Quais os nomes desses cavaleiros? A saber – Peste, Guerra, Morte e Fome. Fica uma pergunta – qual o cavaleiro que ainda não chegou? Na minha opinião, que me perdoem os religiosos, o Apocalipse já começou há muito. As Revelações estão cumpridas.

Agora uma conclusão lógica, os fenômenos físicos como terremotos, movimentação das placas tectônicas, maremotos, vulcões, furacões, mudanças climáticas e outras desgraceiras são naturais, entretanto, o Apocalipse é provocado pelo comportamento humano – não misturemos os dois. Simples assim.

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