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S&P melhora classificação de risco da Petrobras

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Classificação de risco passou de B+ para BB-. S&P também alterou a perspectiva da nota da Petrobras de negativa para estável.

O mercado internacional passou a avaliar melhor a Petrobras. Na sexta-feira (10), a Agência de Classificação de Risco Standard & Poor’s (S&P) mudou a classificação de risco da dívida corporativa da companhia de B+ para BB-. A perspectiva para a nota da empresa também melhorou, de negativa para estável.

Essas agências de classificação de risco são responsáveis por avaliar companhias e dizer quão seguro é investir nelas e quão seguro é comprar parte de suas dívidas ou emprestar dinheiro para essas empresas. Para tornar isso mais claro, elas definem notas, normalmente letras, que fazem parte de uma escala que pode indicar se a empresa é muito ou pouco segura.

Quanto melhor é essa avaliação, mais recursos e investidores uma empresa é capaz de atrair. Alguns fundos de investimento internacionais têm regras rígidas para  investir em países e empresas. Para colocar o dinheiro dos cotistas em um investimento, os gestores têm de encontrar ativos com uma boa avaliação dessas agências de classificação de risco.

No relatório sobre a Petrobras, a S&P afirmou que a melhora no nível de risco da estatal reflete a evolução da sua liquidez e uma robusta posição de caixa que confere maior capacidade para lidar com possíveis contingências, ou seja, diminuiu os riscos de a companhia não honrar seus compromissos.

Mudança de gestão na Petrobras

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A recuperação do relacionamento com bancos domésticos e internacionais e da capacidade da Petrobras acessar o mercado de capitais também foi ressaltada pela agência, que considerou como positivas as operações de gestão da dívida. Também foi destacado o avanço do Programa de Desinvestimentos e as perspectivas para o atingimento da meta estabelecida para 2017 e 2018.

A Standard & Poor’s também ressaltou o foco em lucratividade pela administração da companhia, a estrutura de capital mais equilibrada e o compromisso com a desalavancagem, assim como a consistência da nova Política de Preços, que permite maior visibilidade para a geração de caixa da Petrobras.

A agência ainda reforçou os avanços na governança corporativa e as medidas adotadas para melhorar controles internos, relacionamento com fornecedores e processos de tomada de decisão. A S&P também reforçou os avanços na governança corporativa e as medidas adotadas para melhorar controles internos, relacionamento com fornecedores e processos de tomada de decisão.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Petrobras

 

 

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