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Ucrânia perde parte do seu território para Bielorrússia

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A edição bielorrussa Naviny.by informa que no distrito de Repkinsky, na região de Chernigov, o rio está corroendo a margem ucraniana.

Donbass, Crimeia e agora a Ucrânia enfrenta novo problema territorial. Desta vez, o “traidor separatista” é nada mais nada menos do que o orgulho nacional do país: o rio Dniepre.

A edição bielorrussa Naviny.by informa que no distrito de Repkinsky, na região de Chernigov, o rio está corroendo a margem ucraniana.

“Na área da aldeia de Lyubech, no distrito de Repkinsky, a margem está arredondando e o seu fluxo está cortando gradualmente. O processo de erosão está acontecendo há cinquenta anos, mas nos últimos tempos acelerou. Em mais de um ano, a corrente já tirou uns 500 metros quadrados de terra”, escreve o jornal.

Segundo o acordo de demarcação de 1997, a fronteira entre a Ucrânia e Bielorrússia se estende estreitamente ao longo da corrente do rio. Ou seja, com a mudança da corrente, vai mudar também a fronteira.

“Na área da aldeia de Lyubech, no distrito de Repkinsky, a margem está arredondando e o seu fluxo está cortando gradualmente. O processo de erosão está acontecendo há cinquenta anos, mas nos últimos tempos acelerou. Em mais de um ano, a corrente já tirou uns 500 metros quadrados de terra”, escreve o jornal.

Segundo o acordo de demarcação de 1997, a fronteira entre a Ucrânia e Bielorrússia se estende estreitamente ao longo da corrente do rio. Ou seja, com a mudança da corrente, vai mudar também a fronteira.

Especialistas advertem que se, nos próximos anos, a margem ucraniana não for reforçada perto de Lyubech, o curso fluvial mudará e 660 hectares do território ucraniano se transformarão em uma ilha e passarão para Bielorrússia, onde formará uma parte da região de Gomel, escreve o jornal russo Vzglyad.

O artigo assinala que Kiev poderia solucionar o problema gastando 15 milhões de grívnias, ou seja, 1,6 milhão de reais, para fortalecer a margem afetada, mas por enquanto as medidas não foram tomadas.

Ao mesmo tempo, o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko afirmou estar preparado para “completar o processo de demarcação das fronteiras estatais em breve”.

Não obstante, não deixa de ser irônico que Kiev ratificou o Tratado de Demarcação de 1997, mas os Acordos de Minsk não o fez. As razões da Bielorrússia para não ratificar o documento estariam ligadas à dívida da Ucrânia. Segundo diversos cálculos, a soma oscila entre 80 e 150 milhões de dólares (por volta de 240 a 450 milhões de reais). Com informações do Sputnik News.

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